“É sobre esse ângulo de utilização mágica e de bruxaria que se
deve considerar a encenação, não como o reflexo de um texto escrito e de
toda a projeção de duplos físicos que provém do texto escrito, mas como
a projeção ardente de tudo o que pode ser extraído, como consequências
objetivas, de um gesto, uma palavra, um som, uma música e da combinação
entre eles. Essa projeção ativa só se pode ser feita em cena e suas consequências encontradas diante da cena e na cena;
e o autor que usa exclusivamente palavras escritas não tem o que fazer e
deve ceder o lugar a especialistas dessa bruxaria objetiva e animada.”

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