Eu gosto de coisinhas miúdas.Essas coisas desimportantes pras pessoas, são as que eu dou todo o valor e minha atenção.
Caminhando eu gosto de olhar em volta, e descobrir teias de aranha, muito bem feitas no tear, um trabalho artesanal a que se inspiraram as mandalas. A casa do João-de-Barro tem nome de gente não por acaso! E ainda acho que os engenheiros e arquitetos deveriam se inspirar nesse vai-e-vem de vôo, numa lenta cadência de construção. Encontrei uma florzinha azul tão pequena, mas tão viva, vibrante de cor, que não passou despercebida. E ali, mais adiante num arbusto, mini tomates selvagens que cresciam quase escondidos, como se não quisessem ser vistos, percebidos, ou não se importassem com essas pequenas delicadezas que vou encontrando, e admirando, miudezas de valor.














































