Baylartrand, um dos poucos filosofos celtas, escreveu: "Há contrariedade suficiente nestes tempos para caber tantos gostos adversos." - E isso foi a 1.500 ac.C.
Creio que a música de Calcanhotto pode ser interpretada de muitas maneiras. Eu não duvido que as melhores pessoas, as mais instigantes e geniais, são as pessoas inquietas. Intelectualmente inquietas. Insatisfeitas. Judith Butler era considerada uma "adolescente-problema". Eistein era "mau aluno'. E muitos, mas muitos, outros. É claro que ele seria "mau". E é claro que ela seria igualmente "problema". O que existia na escola, no ensino, não dava conta da inquietação por saber. Ou por entender. E o que é explicado, é muito pouco. Sequer dá conta de responder o mínimo. E esses não param de perguntar, de questionar, de duvidar. É óbvio que vão causar problemas, porque ainda não sabem como respondê-los. E vão constranger aos professores ou autoridades, porque questionar põe em cheque o conhecimento até então, e as próprias autoridades nestas. Isso exige pensar e bastante, inverter lógicas estabelecidas, reformular idéias, subvertê-las, ampliando as possibilidades. O que serve aqui em pensares, serve também em sentires, transponha e também é. Não conheço realmente este filósofo, mas ele deve estar se referindo a outra coisa. É preciso ver o contexto de cada. E talvez em 1.500 a.c fosse um pouco diferente de hoje em dia.
Baylartrand, um dos poucos filosofos celtas, escreveu: "Há contrariedade suficiente nestes tempos para caber tantos gostos adversos." - E isso foi a 1.500 ac.C.
ResponderExcluirCreio que a música de Calcanhotto pode ser interpretada de muitas maneiras.
ExcluirEu não duvido que as melhores pessoas, as mais instigantes e geniais, são as pessoas inquietas.
Intelectualmente inquietas. Insatisfeitas.
Judith Butler era considerada uma "adolescente-problema".
Eistein era "mau aluno'.
E muitos, mas muitos, outros.
É claro que ele seria "mau". E é claro que ela seria igualmente "problema". O que existia na escola, no ensino, não dava conta da inquietação por saber. Ou por entender.
E o que é explicado, é muito pouco. Sequer dá conta de responder o mínimo.
E esses não param de perguntar, de questionar, de duvidar.
É óbvio que vão causar problemas, porque ainda não sabem como respondê-los.
E vão constranger aos professores ou autoridades, porque questionar põe em cheque o conhecimento até então, e as próprias autoridades nestas.
Isso exige pensar e bastante, inverter lógicas estabelecidas, reformular idéias, subvertê-las, ampliando as possibilidades.
O que serve aqui em pensares, serve também em sentires, transponha e também é.
Não conheço realmente este filósofo, mas ele deve estar se referindo a outra coisa. É preciso ver o contexto de cada. E talvez em 1.500 a.c fosse um pouco diferente de hoje em dia.