...chega os 38. e chega também outras urgências. A velha-eu está aqui bem firme e forte dizendo pra continuar sendo a velha-eu. A nova-eu é um raminho verde brotando, não tão frágil e nem tão forte.
Apenas inseguramente existindo.
Meio cansada de consolar as dores de alma. Meio sem saco pro aniversário da cidade que calhou de ser meu dia também. Sem nada pra tolerar também esses festejos, todos iguais, como sempre, essa cidade que tenho sentimentos ambíguos: pertencimento-nunca pertenci.
Luta e lutando diariamente pra não me entregar à melancolia, bem real que ronda. Força, viço de viver, fenecer e me entregar exaurida, exausta, melhor parar.
O desejo de Amor, de ser comunicativa, de transformar por práticas igualitárias me impelindo simultaneamente a rugir minhas urgências. Tanta demanda. Tantas ações e esperas, vontade de não ser sozinha nos desejos, vontade de ser compreendida, e "não serás tão alienígena" nos teus sentires-devires poéticos.
A verdade é que vencer esse bicho-mulher, e esse monstro que tenho em mim, tão múltipla, plural, e feroz; e não há flores suficientes nesse mundo pra cobrir o cheiro fétido, tanto quanto o perfume discreto. Qualquer um, não tem, ou teria coragem pra atravessar os espinhos, até finalmente chegar na flor.
A flor se retroalimenta, somente dos desejos. o sentir por si mesma.
Saudades agora de Clarice, Deusa suprema e maior, que quebrou o átomo da palavra e inventou outras inexistentes, como pintura pra ser lida, neologismos em que eu me acolheria, com prazer sim.
Amanhã vou ler isso, e sentir que, novamente exagerei. Mas dane-se, maquiar tanta demanda ² tempo e sem saco e vontade pra enfeites. Amanhã, vejo.
Aterrisar, e atravessar.... Inferninho astral pré data de aniversário, mas que vale a pena guardar.
(Loucura que cura).
Apenas inseguramente existindo.
Meio cansada de consolar as dores de alma. Meio sem saco pro aniversário da cidade que calhou de ser meu dia também. Sem nada pra tolerar também esses festejos, todos iguais, como sempre, essa cidade que tenho sentimentos ambíguos: pertencimento-nunca pertenci.
Luta e lutando diariamente pra não me entregar à melancolia, bem real que ronda. Força, viço de viver, fenecer e me entregar exaurida, exausta, melhor parar.
O desejo de Amor, de ser comunicativa, de transformar por práticas igualitárias me impelindo simultaneamente a rugir minhas urgências. Tanta demanda. Tantas ações e esperas, vontade de não ser sozinha nos desejos, vontade de ser compreendida, e "não serás tão alienígena" nos teus sentires-devires poéticos.
A verdade é que vencer esse bicho-mulher, e esse monstro que tenho em mim, tão múltipla, plural, e feroz; e não há flores suficientes nesse mundo pra cobrir o cheiro fétido, tanto quanto o perfume discreto. Qualquer um, não tem, ou teria coragem pra atravessar os espinhos, até finalmente chegar na flor.
A flor se retroalimenta, somente dos desejos. o sentir por si mesma.
Saudades agora de Clarice, Deusa suprema e maior, que quebrou o átomo da palavra e inventou outras inexistentes, como pintura pra ser lida, neologismos em que eu me acolheria, com prazer sim.
Amanhã vou ler isso, e sentir que, novamente exagerei. Mas dane-se, maquiar tanta demanda ² tempo e sem saco e vontade pra enfeites. Amanhã, vejo.
Aterrisar, e atravessar.... Inferninho astral pré data de aniversário, mas que vale a pena guardar.
(Loucura que cura).
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